03 novembro 2011
31 outubro 2011
27 outubro 2011
17 outubro 2011
12 outubro 2011
14 fevereiro 2011
16 janeiro 2011
25 dezembro 2010
30 julho 2010
14 julho 2010
07 julho 2010
03 julho 2010
02 julho 2010
01 julho 2010
"Eraserhead" David Lynch (1976)




Os delírios de Lynch, e forma como nos deixa penetrar neles e sair de todas as formas, menos impune fascinam qualquer amante do surrealismo.
Ele é genial, tenho quase tudo dito.
Ele é genial, tenho quase tudo dito.
Já passei este período, agora observo-o nos outros.
Já não canalizo a minha vida em detrimento de algo que já não existe, ou que vai existir.
É o contraste entre o que decorreu e o que há-de ser.
É o regozijo que causam no interior deste nobre adolescente.
O júbilo, que não pode existir, das coisas que não podem ser mais praticadas.
O quão pueril e inocente era,
e a tremenda velocidade com que a minha ingenuidade acabou, vai, sem sombra de dúvida, ficar para a história da minha existência.
A tua índole para comigo acabares, e o novo eu criares, torna-se em algo formoso e gritantemente belo.
E será que também logrei algo com esta minha intenção que faz juz ao escárnio?
Já não canalizo a minha vida em detrimento de algo que já não existe, ou que vai existir.
É o contraste entre o que decorreu e o que há-de ser.
É o regozijo que causam no interior deste nobre adolescente.
O júbilo, que não pode existir, das coisas que não podem ser mais praticadas.
O quão pueril e inocente era,
e a tremenda velocidade com que a minha ingenuidade acabou, vai, sem sombra de dúvida, ficar para a história da minha existência.
A tua índole para comigo acabares, e o novo eu criares, torna-se em algo formoso e gritantemente belo.
E será que também logrei algo com esta minha intenção que faz juz ao escárnio?
Subscrever:
Mensagens (Atom)










